Imagine um mundo sem informação, excessos de nada, sem nenhum tipo de alienação... Quem suportaria tal tipo de vida? Excessoalize, excesso de informação!
sábado, 22 de dezembro de 2012
For you.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Ele era o seu sol.
sábado, 3 de novembro de 2012
A gente já tá acostumado.
sábado, 13 de outubro de 2012
E se for?
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Nada a declarar.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Porque beber?
talvez eu pudesse deixar de ser eu mesma por uma noite.
E me perguntam: moça, porque beber?
E me perguntam: moça, não tem mais nada pra fazer?
E quem sabe eu não fique rica sendo eu mesma,
quem sabe.. Quem sabe quantas estrelas tem no céu?
Talvez eu pudesse mesmo deixar de beber,
e quem me tiraria do sério? Se sorrir é o meu maior prazer.
Ah menino, quem sabe... Quem sabe sobre eu,
o que eu sei sobre você?
Não era pra ser um romance...
Eu ou você, eu e você,
nós dois e nós... Um nós.
Dois eus, você e eu.
É menino, eu não sei mais o que beber,
talvez eu possa esquecer por uma noite como é ser eu.
Lágrimas secas em meu rosto me lembram...
Me lembram, tantas lembranças, não vou descrever.
Não menino, não vem ser meu menino...
Não vem que eu te machuco, não posso te ver sofrer.
Ah... Menino, quantos sorrisos mais eu poderia te dar?
Em troca dos teus, meu bem, te daria o mar...
Mas eu não sei amar, eu não sei amar, não sei.
Suas camisetas, ah como seria bom te abraçar...
Álcool caneta e papel. Não sei o dia do fim
quem sabe? Talvez com álcool eu vá feliz.
domingo, 9 de setembro de 2012
Posso te abraçar?
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
O que lhe faz mudar?
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Por hora não.
domingo, 12 de agosto de 2012
Devendo.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Regurgitando.
Vomitei meu coração.
Meus sorrisos
Minhas lágrimas
Toda e qualquer vontade,
Toda vocação.
Regurgitei meus temores
minhas histórias
meus amores.
E eu lanço todas as minhas culpas
vomito meu medo da morte
minhas roupas largas..
Regurgito essas dores, esses ventos, essas polpas.
terça-feira, 31 de julho de 2012
domingo, 29 de julho de 2012
Retalhos.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Se eu soubesse nadar.
Nem mesmo por muito..
Tenho tantas almas a zelar..
E você é um fantasma..Um infortúnio.
Jogaria todas as suas fotos em um rio,
se pudesse nele, me atirar também.
Não posso me desfazer de um amor,
que de tanto que me ensinou, se cansou,
quem não se cansa?
É tanto canto.. São tantas vozes..
Histórias repetidas, músicas embebidas,
eu e você, lendo o mesmo livro em uma tarde de chuva.
A gente nunca vira a página,
É impossível! O fim já se passou.
Deus sabe bem mais que esse meu copo de vinho vazio.
E minhas noites em claro,
meus poemas rasgados..
Ninguém sabe sobre mim..
Eu não te mataria por nada.
Nem por muito..
Apenas se ao rio eu pudesse me atirar também.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Quieta.
Fecho os olhos para tentar me deslocar,
sinto o fino sopro da neblina me tocando,
penso em como queria te abraçar,
sei que a lua está longe, me observando.
Vem os céus, todos os dias,
falando baixo, me beliscando,
ouço quando se tocam as penas das águias
sinto que as estrelas sobre mim, estão fuxicando.
Passo horas e horas, quieta,
não me mecho muito, estou apenas respirando.
Faço de conta que sou a única no mundo
que sou cega, desimpedida
e impedida, de ser feliz de ser poeta.
Por isso deixo meus olhos fechados,
respiro baixo, baixo,
não lembro da paisagem ao meu lado,
estou quieta, não quero que o mundo
seja também acordado.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Estou chegando ao fim.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Um poema meu.
Eu queria tanto que você estivesse aqui,
eu queria poder.. Se eu pudesse..
Eu iria te abraçar, te beijar e chorar,
porque você se foi assim?
Eu queria tanto que você estivesse aqui.
Eu iria te recitar,
um poema meu,
te abraçar, te ouvir cantar
e fazer você sorrir.
Eu queria tanto que me amasse outra vez,
do jeito que fazia e sempre dizia que gostava de mim,
eu iria em marte e de lá gritar
que te amo e se eu pudesse
Eu iria te abraçar, te beijar e chorar.
Eu queria tanto que você estivesse aqui.
Eu não entendo porque você teve que ir,
e os céus me perguntam e reclamam,
e eu tão pálida tento me corar..
Eu queria tanto que estivesse aqui..
Todos os dias falo com Deus sobre você
e Deus já não aguenta mais me ouvir,
Eu queria poder, se eu pudesse
te abraçar, te ouvir cantar e fazer você sorrir.
Eu te quero tanto.. Ainda aqui.
To te esperando, ta demorando,
não vou fugir, nem fingir que não ligo,
estou te ligando, porque te amo tanto
e eu te quero tanto, ainda te espero,
estou aqui.
E você sabe, sempre estarei.
[/Me inspirei em Macaé de Clarice Falcão.
domingo, 3 de junho de 2012
Porque acordei?
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Poema cego.
Os céus estão nublados, e minha aura já não muda mais de cor.
Não sinto os dedos do meu pé esquerdo.
Antes fosse o direito. Direitos. Seja direito.
Me embriago sem álcool, sem fumo, sem pó.
fico nua com roupas,
de palavras puras xingo os demônios,
a escara, o calor.
Antes tivesse ficado na casa de meus pais,
meus livros empoeirados na estante,
instantes me sobravam, me cobriam,
vivia sem dor, e quanto tremor!
Uma xícara de chá para os meus fantasmas,
sem açúcar? Com mel?
- Duas gostas de lágrimas, por favor.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Olhe só.
Quem sabe por onde começa a esperança?
Algo ruim tem mesmo que acontecer?
não precisa perder para ver,
não é preciso ver para crer!
Até porque, a esperança cansa.
E eu me canso, eu me canso!
Minha vontade é gritar,
mas sou preguiçosa demais..
Vamos parar de falar?
Não, espere..
Tem algo para lembrar!
Hoje observando o sol, que alaranjado era beijado, e as nuvens, ousadas, sem timidez alguma quase devorando o sol, me piscaram uma canção, um beliscão de indelicadeza e eu.. Eu não quis ver, sou preguiçosa demais para ouvir histórias.. Ah.. Gosto do meu lugar, pode ser qualquer lugar, pode ter pepel, pode ter um livro, mas também se não tiver não faz mal, minha mente é tão imensa que tropeço e me perco, quando entro nesse mundo, perco os medos, os desejos e meu coração palpita leve, tão leve. Ora essa, sobre o que mesmo estávamos falando? Oh céus, meus relógios estão perdidos.
Vem um moço branco passando com seu relógio dourado enorme escondendo seu pulso, cem pulsos, camisa listrada de botão, é de um roxo com listras transversais azuis e sua calça preta com um cinto de couro brilhante combinando com seus sapatos, hora, que sapatos apertados. - Quase me escapa uma pergunta, mas se está mesmo apertado, isso não me diz respeito e que respeito. Sua barba bem feita e cabelo de lado, o vento que passou por ele beijando seu pescoço, passou por mim, que estou aqui, hora, que cheiroso! Vem vindo uma moça morena esbelta, cabelos longos, short curto "belas pernas", tropeçou distraída no sapato apertado do moço branco que parado falava ao celular. - "Opa, cuidado garota" ele riu, ela com suas bochechas que tão rápido ficaram vermelhas sorriu tímida e tremula com o braço sendo segurado por o moço de barba feita que o apertava. Ele não notou, Ela olhou para o braço, Ele também corou e a soltou - Me desculpe, - Está tudo bem, ela retrucou, jogou os cabelos longos olhando com seus olhos pintados para longe e tentando alongar o short, mordeu os lábios rosados, saiu tropeçando. Ele não retirou os olhos, e então. - Opa, desculpa, sobre o que estávamos falando?
As nuvens se fixaram, o sol me puxa os cabelos e eu leve.. Sinto distantemente as pedrinhas da parede pressionadas sobre minhas costas magras, notebook no colo, estou em degraus. Tem muito verde aqui, como não? É um Campus, veja só, lá se vai, o moço sem barba vai embora, engraçado, ele anda leve, tem pressa, algo o apressa? Chaves de carro, acho que na verdade seu sapato não aperta! Distante, Distante, não o vejo mais. Não vejo mais ninguém.
- De mim?
Travessuras de minha mente, me desloco tão fácil que é irritante, deveria está estudando parasitologia, mas no lugar de um livro da disciplina peguei uma ficção literária para ler, e o livro é uma graça, A menina que não sabia ler. Estou lendo.
O sol me morde, é melhor eu ir embora. Talvez eu não vá, minha mente, mente e eu fico perdida a mercê de seus gostos. Mas pelo menos esse texto vou finalizar, para não dizer que não falei sobre mim.
Beijos Mil, deveria mandar beijos em uma postagem em um blog? Ora, essas coisas são uma confusão.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Estou andando?
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Todos estamos.

Vejo o fogo nos olhos do menino que passa,
as pernas magras na saia rodada da menina que brinca,
O céu está tão próximo.
A luz que cai sobre os ombros da morena que soa,
Ressoa, seus cabelos reluzem e seus medos somem.
A vida que faz paz no coração da moça,
Os dias que passam tão brincalhões,
A vida é irônica e o divertido é rir de tudo.
O senhor sereno em sua paz caótica,
a espera da morte, que sorte, sou velho!
Eu em meus dias de calma,
nada me falta, sem falta sou bem, bem mais velha
e meus 18 anos de nenhuma produtividade
me espelham e me engrandecem mais
bem mais que a vida da maioria desses caras que estão no poder.
Que graça! E o bom da vida é poder rir,
ver a morte e rir,
ter medo e rir,
perder a fé e rir,
perder o equilíbrio, eu já perdi!
Estou começando a achar que aprendi a andar de forma errada,
meus passos são diferentes dos passos do moço que passa,
da moça que chora, da menina que brinca.
Os senhores que abraçam a esperança da morte próxima.
Estou morta, todos estamos.
Não é para entender, loucura não se entende.